Há lá coisas do diabo...
Uma sala de parto é só por si, um templo de milagres. Ver nascer uma vida será sempre dos melhores momentos para aqueles seres humanos a quem essa experiência previligiar.
Dito isto, com toda a serenidade e respeito que merece, vamos ao que interessa:
Hoje é o dia de nascimento de uma Jorgina. E como seria de esperar, a coisa não podia correr bem, assim sem mais nem menos.
Na sala de parto a mãe de Jorgina já está pronta, feliz e a transbordar de ansiedade. Os enfermeiros estão a postos, o anestesista também está preparado. Os médicos e o pai de Jorgina estão neste momento a passar pela zona de desinfecção para que possam entrar e trazer mais um milagre ao Mundo. E que milagre, este que trouxeram desta vez ;o)
Tudo pronto, música ambiente, o cirurgião Dr. X dirige-se à mãe de Jorgina:
- "Então, pronta para avançar?"
- "Não Dr. X. Ao fim de 10 meses acho que vou esperar mais um pouco. Que lhe parece, huh?!"
Com a consequente cara de parvo que a resposta lhe confere, o Dr. X faz o típico sorriso amarelo e anuncia à equipa:
- "Vamos lá fazer mais um milagre!" - mal sabias tu, Dr., o que o dia tinha reservado.
O parto corre dentro da normalidade. A mãe está estável, o pai ainda não desmaiou e Jorgina - que ainda não sabia dizer "coisas" - estava prestes a nascer.
De repente no meio de gritos, dores, respirações ofegantes e as tía"faça força", rompe o choro de uma criança. Tudo o resto é silêncio e acabamos de presenciar mais uma maravilha da vida humana...
Ou não!
Do nada, sem qualquer aviso ou sinal que fizesse prever, Jorgina... capute!!! (ainda hoje estou pra saber que raio quer dizer capute)
Jorgina havia morrido! E após 3min da sua morte, quando alguém preenchia a sua certidão de óbito...
ALTO!!!!
Mau, a coisa estava a correr tão bem... um parto, música, um médico com cara de parvo, a criança (que infelizmente, caputou), pra que é que haveríamos de colocar na sala de parto um gajo do notário?!? Mas será que não se vê logo que ninguém vai engolir isto? Que isto é uma tanga do camano? (também não sei o que é que quer dizer camano). A história era uma boa história e não havia necessidade - como dizia o outro.
Bom, Jorgina haveria de teimar que no seu nascimento havia um gajo do notário a fazer a sua certidão de óbito quando milagrosamente ressuscitou...
ALTO!!!!
Eh pah, estava sinceramente disposto a deixar passar a questão de serem contratados representantes do notário para as salas de parto. A sério que estava. Tudo bem, não faz mal. Sabemos perfeitamente que isso só não acontece porque ninguém se lembrou, mais nada. Óbvio que é perfeitamente viável ter um representante do notário em cada sala de parto do país (e arredores).
Agora, querem-me atirar para os olhos que uma criança morre no parto durante 3 minutos e que quando o gajo do notário (que se calhar até ia só a passar por coincidência) está a escrever a sua certidão de óbito, ela ressuscita?!?!
Vamos lá ver...
- para começar, só a título de informação, quando uma criança acabadinha de nascer e completamente fragilizada, morre durante 3 minutos não ressuscita! Tipo nunca mais!! ok?
- imaginando que até podia acontecer, assumimos que quando a criança morre após o parto, existe o remoto interesse de uns quantos gajos na sala (vá, por exemplo, TODOS!) em reanimar a criança. Digo eu, pode nem ser verdade...
O que nos permitir considerar que as tentativas de reanimação existiram e não resultaram, terminando com a declaração da hora de morte da recém-nascida.
- posto isto, e 3 min depois de ela estar morta, enquanto o tal gajo do notário (que ainda não percebi de onde é que apareceu) está a passar a certidão de óbito, ela ressuscita do nada?!?! Mas quê, tipo assim, puf?!? Estive morta mas agora já chega(??) Desculpem lá o susto(??)
Imagino que não haja muita gente a ler isto - e ainda bem, que daí não vem nenhum mal ao mundo - mas será que sou só eu a achar isto completamente estúpido?!?!?
Mas não chega!
Jorgina não podia deixar que a história do seu nascimento fosse tão "banal". Para colmatar - porque uma piece de resistance fica sempre bem - ao assistir à ressurreição de Jorgina, o que faz o gajo do notário??
Chora de emoção? Ri, devido aos nervos? Fica em choque porque nem quer acreditar que uma criança que morreu e não respondeu à reanimação decide ressuscitar 3 minutos depois, dando-lhe cabo do trabalho, uma vez que já tinha a certidão de óbito quase feitinha???
Nah, nada disso! Como bom profissional, rasga a certidão de óbito e mete-a no lixo. Depois retira uma certidão de nascimento da pasta, preenche-a e entrega aos pais.
Isto é que é serviço público!! Qual informatização dos sistemas qual quê?? Querem melhor que isto?
Agora está morta: certidão de óbito! Agora está viva: certidão de nascimento!
Ah, e agora, vais morrer outra vez, huh?? Anda lá, anda... que já tenho aqui prontinha outra certidão de óbito, se quiseres voltar a morrer... só não voltes a ressuscitar porque, por acaso, não guardei mais certidões de nascimento nesta pasta, por isso se queres morrer que seja de vez... até porque tenho mais que fazer! Vá, anda, decide-te!
Jorgina, Jorgina, obrigado por teres nascido com este dom de gostar de dizer "coisas"
Obrigado ao FL pela fonte de informação completamente fidedigna sobre temas sobrenaturais que por coincidências inquestionáveis tendem a acontecer sempre ao mesmo ser humano ;o)
A tia Jorgina não percebia de politica, nem de assuntos estrangeiros, nem de economia internacional... mas a tia Jorgina também não gostava de ser excluída. A cada assunto ela dizia "Pois!" porque, na realidade, a tia Jorgina gostava de dizer coisas...
sábado, 13 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
O Skype diz coisas
Nunca seria de imaginar que alguém quisesse virtualizar a Jorgina.
O Skype deixa-te "estar mesmo ao pé" de alguém que está longe para aliviar a saudade e simplificar a vida (e diz que poupar, também), mas como dizia o outro, não é a mesma coisa.
De qualquer forma, mais do que dizer "coisas", o skype permite-te faze-las.
Com alguém do outro da linha, não só podes dizer as maiores baboseiras que te vierem à memória durante horas a fio (até porque é grateesss!), como também podes fingir que a distância não existe.
A "companhia" pode ser constante e acompanhar-te para onde fores, desde que a qualidade da bateria faça juz aos avanços da tecnologia.
Qualquer móvel serve para "pores a tua mãe enquanto fala" e todo o tipo de actividades pode ser feito em conjunto. Podem jantar "juntos", frente a frente. Podem ouvir a mesma música, olhar um pró outro, ir à casa de banho "juntos" (piadinha fácil), como em último caso podes convidar alguém para ir ao cinema, cada um em sua casa!!
Com a tamanha facilidade que hoje existe em ver filmes mesmo antes de alguém se lembrar de os fazer (proque evidentemente ve-los antes de estreiar já não é exclusividade pra ninguém), pode muito bem dar-te na vineta de abrir uma skype-conferência e ter todos os teus amigos "lá em casa" a ver um filme, bastando para isso virares a camera do pc para a tv.
Repara na beleza da coisa: no limite podes dormir com aquela rapariga fenomenal que foge a 7 pés de estar no mesmo espaço fisico que tu. Já se for no virtual, pode ser que a coisa te corra melhor. Ligas o pc e pões na almofada do lado da cama dela. Ela faz o mesmo e podem adormecer juntos. Se fores esperto, até podes gravar um vídeo e pores na net que comprove que já dormiste com aquela míuda.
Um dia que alguém se lembre de associar o skype a uma rede social, deixas de colocar fotos no facebook e passas mas é a curtir grandes festas on-line.
Fácil!! O DJ na sua própria cozinha começa a passar um granda som, enquanto cada um ouve e curte consoante a qualidade das colunas que tiver no pc. O barman, em casa, prepara cocktails para todos e depois... bebe-os!
Ou um professor a curtir a praia em Cabo Verde, que das 10h às 11h tem que dar uma aula a uns putos ressacados, que acabaram de acordar todos em sítios diferentes por causa da festa do parágrafo acima.
Aquilo que inicialmente veio facilitar a comunicação à distância para matar a saudade dos 2 namorados, dos pais e filhos, de amigos que vivem em países diferentes, etc, corre agora sérios riscos de substituir de todo a presença fisica no mesmo espaço.
E mesmo que daqui a uns anos deixemos completamente de interagir uns com os outros sem vidros e fios entre nós, haverá sempre uma cambada de anormais que acha que é "a evolução natural das coisas".
Mas, enquanto o mundo se arrisca a afundar as necessidades em fios e mais fios, a verdade é que o skype é útil para as Jorgina's do mundo que precisam de dizer... "coisas".
segunda-feira, 1 de março de 2010
O mundo ao contrário
Há lá coisas do diabo...
A minha costumava dizer que quem não sabe, cala-se!! Já o meu pai, evidentemente, tinha mais razão: "quem não sabe, inventa!", e vai que é exactamente assim.
O cantor também faz filmes porque o actor deu-lhe para saber cantar. Quando o escritor decide ser político, percebo porque é que os políticos sentem a liberdade de "nos contar histórias".
Como tal, há uns que todos os dias se aplicam para fazer o seu trabalho e aqueles que - igualmente - todos os dias trabalham para se aplicar nas funções dos outros...
E impõe-se a questão?! Porque raio não faz cada um o que lhe diz respeito, huh??
Acredito que há pessoas com uns empregos melhores que outros e que talvez tenham demasiado tempo livre para ter de o ocupar - por exemplo - com trabalho! Claro, demasiado ridículo. Mais ainda quando se está a ser pago, óbvio.
Não é então mais produtivo passar as horas de expediente a infernizar a vida a tudo quanto é ser vivo e que, por infelicidade do destino, tenha atravessado a mesma atmosfera?
Ora vai que a meio de uma solene apresentação de uma estratégia de extrema importância para aquilo que interessa, há uma santa alminha (há sempre uma alminha) que se lembra de exclamar:
"A mim não me diz nada!"
Mau! Vamos lá ver...
- logo em 1º lugar, diz que o que está a ser apresentado é um visual, vai dái que não tenhas muita esperança que ele efectivamente diga alguma coisa
- por outro lado tenho a convicção de que não estando rodeado por uma cambada de deficientes mentais (ou secalhar engano-me), se alguém quisesse a tua opinião, ter-ta-ia pedido!! E isso explica o "posso dizer o que acho?. Claro que não, senão tinham pedido, já disse ali atrás!
- e de modos que, como quem não quer nada, indago-me no fundo da minha pequenez, por que raio não te metes na tua vida?!
Opiniões, são a maior merda que haveria de se inventar!! Desde a frase "é a minha opinião e vale o que vale", que não me lembro de nada tão estúpido. A TUA OPINIÃO NÃO VALE A PONTA DE UM CORNO!!! SENÃO PEDIAM-TA!!!
Se cada um se metesse na sua vida, o político saberia dirigir o país, o escritor limitava-se a contar histórias, o cantor só actuava em palco e o actor aproveitava o playback para não nos estragar os tímpanos.
E também tu te meterias na tua vida e farias o que sabes fazer (?!?) , deixando que os demais habituados a pdf's que "não dizem nada", pudessem fazer o que lhes compete sem o interminável prazer de ouvir "a tua opinião que vale o que vale"... e que ninguém te pediu!
Mas isso era fácil demais, não era?
Tal como qualquer Jorgina, precisas de dizer... "coisas".
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Lei de Murphy adaptada a elevadores
Com um misto de mistério e drama no ar, acordas num elevador, completamente só...
O elevador está parado e por isso imaginas que com o facto de teres ficado preso, terás desmaiado devido ao susto...
Ligas para a assistência do elevador - cuja marca não vamos revelar para salvaguardar eventuais represálias ;o) - e dizes o óbvio:
"Estou preso dentro de um dos vossos aparelhos, sito no prédio X da rua Y. Podem ajudar-me?". Naturalmente, do outro lado, alguém te responde "Claro, vamos enviar imediatamente um piquete!", ou "Insira esta sequência de nº do teclado de andares para fazer um reset ao elevador" ou até "vamos entrar em contacto com os bombeiros para que possam ajuda-lo" certo?
NÃO! (querias...)
Do outro lado, o assistente que recebe um telefonema de alguém que se encontra preso num dos aparelhos, responde com uma calma dos diabos: "Lamento, esse elevador ainda está em testes e por isso não prestamos assistência".
Bom, já de si e sem conhecer o resto da história, há uma questão que se impõe: quão estúpido é que isto parece?!
Pois parece... mas não chega!
Ao ouvir tal resposta, e ao invés de enumerar todos os nomes ofensivos que te chegam ao cérebro em menos de nada, fazes aquela que deve ser a pergunta mais coerente do universo para fazer em situações destas: "Quanto tempo é que me resta de ar?" (wtf?!?!)
E não é que do outro lado te respondem "cerca de 30min"
Porra, pausa!
Já não vou comentar a construção do 1º elevador estanque da história da humanidade, mas gostava de salientar que, por muito mau que fosse o dia do gajo que atendeu o telefone, que merda de resposta é esta? Uma pessoa presa num elevador, que está em testes e por isso pode ser um perigo eminente, só tem 30 min de ar para sobreviver e a tua resposta é "está em testes e por isso não prestamos assistência?!" - que comédia... mas também não chega!
Ao ouvir isto, passas-te: "Mas se tenho 30 min de ar apenas e os bombeiros da cidade XX demoram 40min a chegar (q coincidência do car"#$%lho), então vou morrer?" e o gajo responde "pois, não sei" ARGGGGGGGGGGGGGGG!!!!!
Bom, desligas o telefone e reparas que o amigo que está contigo... ALTO!! Não tinhas acordado sozinho?!?!? Bom, talvez te tenhas enganado. Talvez estivesse um amigo contigo no elevador que, não só se estava a cagar pra ti enquanto desmaiaste - porque não te ajudou a acordar - como também não sentiu necessidade de aparecer na história, até agora.
Tuuuudo bem. Também a esta altura do campeonato, já acredito em tudo.
Então o teu "recente" amigo, que por acaso é dado às engenharias (?!?) descobre umas alavancas e abre o elevador... MAU... vamos lá a ver uma coisa...
Em 1º lugar, o que é que interessa o raio das engenharias?! É suposto dar credibilidade à coisa? Não é preciso ser engenheiro aeroespacial para descobrir alavancas num compartimento de 2x2m, se as houver. E eis o ponto 2, se as houver, porque é natural que o 1º elevador estanque da histório tenha alavancas para qualquer atrasado mental dado às engenharias poder abri-lo, quem sabe até em andamento...
Adiante...
Ao abrir as portas, entre o 2º e o 3º andar, o amigo (que rapidamente passa de discreto invisível a herói da história) começa a sair do elevador e eis senão quando... (la piece de resistance) o elevador começa a andar e por milímetros não corta o amigo ao meio!!!
Bem, o que nos ensina esta história?? Algumas lições de vida:
- mesmo que estejas a morrer, estou-me a cagar se o elevador estiver em testes
- os verdadeiros amigos não querem saber de ti quando desmaias
- após o tratado de Bolonha, qualquer curso de engenharia tem uma cadeira AAE (alavancas de abertura de elevadores)
Esta história é dedicada a uma das - senão A - melhor Jorgina que já tive o previlégio de conhecer.
O elevador está parado e por isso imaginas que com o facto de teres ficado preso, terás desmaiado devido ao susto...
Ligas para a assistência do elevador - cuja marca não vamos revelar para salvaguardar eventuais represálias ;o) - e dizes o óbvio:
"Estou preso dentro de um dos vossos aparelhos, sito no prédio X da rua Y. Podem ajudar-me?". Naturalmente, do outro lado, alguém te responde "Claro, vamos enviar imediatamente um piquete!", ou "Insira esta sequência de nº do teclado de andares para fazer um reset ao elevador" ou até "vamos entrar em contacto com os bombeiros para que possam ajuda-lo" certo?
NÃO! (querias...)
Do outro lado, o assistente que recebe um telefonema de alguém que se encontra preso num dos aparelhos, responde com uma calma dos diabos: "Lamento, esse elevador ainda está em testes e por isso não prestamos assistência".
Bom, já de si e sem conhecer o resto da história, há uma questão que se impõe: quão estúpido é que isto parece?!
Pois parece... mas não chega!
Ao ouvir tal resposta, e ao invés de enumerar todos os nomes ofensivos que te chegam ao cérebro em menos de nada, fazes aquela que deve ser a pergunta mais coerente do universo para fazer em situações destas: "Quanto tempo é que me resta de ar?" (wtf?!?!)
E não é que do outro lado te respondem "cerca de 30min"
Porra, pausa!
Já não vou comentar a construção do 1º elevador estanque da história da humanidade, mas gostava de salientar que, por muito mau que fosse o dia do gajo que atendeu o telefone, que merda de resposta é esta? Uma pessoa presa num elevador, que está em testes e por isso pode ser um perigo eminente, só tem 30 min de ar para sobreviver e a tua resposta é "está em testes e por isso não prestamos assistência?!" - que comédia... mas também não chega!
Ao ouvir isto, passas-te: "Mas se tenho 30 min de ar apenas e os bombeiros da cidade XX demoram 40min a chegar (q coincidência do car"#$%lho), então vou morrer?" e o gajo responde "pois, não sei" ARGGGGGGGGGGGGGGG!!!!!
Bom, desligas o telefone e reparas que o amigo que está contigo... ALTO!! Não tinhas acordado sozinho?!?!? Bom, talvez te tenhas enganado. Talvez estivesse um amigo contigo no elevador que, não só se estava a cagar pra ti enquanto desmaiaste - porque não te ajudou a acordar - como também não sentiu necessidade de aparecer na história, até agora.
Tuuuudo bem. Também a esta altura do campeonato, já acredito em tudo.
Então o teu "recente" amigo, que por acaso é dado às engenharias (?!?) descobre umas alavancas e abre o elevador... MAU... vamos lá a ver uma coisa...
Em 1º lugar, o que é que interessa o raio das engenharias?! É suposto dar credibilidade à coisa? Não é preciso ser engenheiro aeroespacial para descobrir alavancas num compartimento de 2x2m, se as houver. E eis o ponto 2, se as houver, porque é natural que o 1º elevador estanque da histório tenha alavancas para qualquer atrasado mental dado às engenharias poder abri-lo, quem sabe até em andamento...
Adiante...
Ao abrir as portas, entre o 2º e o 3º andar, o amigo (que rapidamente passa de discreto invisível a herói da história) começa a sair do elevador e eis senão quando... (la piece de resistance) o elevador começa a andar e por milímetros não corta o amigo ao meio!!!
Bem, o que nos ensina esta história?? Algumas lições de vida:
- mesmo que estejas a morrer, estou-me a cagar se o elevador estiver em testes
- os verdadeiros amigos não querem saber de ti quando desmaias
- após o tratado de Bolonha, qualquer curso de engenharia tem uma cadeira AAE (alavancas de abertura de elevadores)
Esta história é dedicada a uma das - senão A - melhor Jorgina que já tive o previlégio de conhecer.
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